O Vaticano divulgou a Exortação Apostólica pós-sinodal do papa Francisco sobre a Amazônia, intitulada de “Querida Amazônia”.

No documento, o pontífice da Igreja Católica sugere que floresta tropical é patrimônio mundial e pede interferência.

Ao listar os chamados “Sonhos para a Amazônia”, Francisco afirma que seu objetivo é “despertar a estima e solicitude” de todo o mundo pela região, que classifica sendo “nossa”, propondo claramente uma interferência mundial na região amazônica.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADEPara o líder católico, a solução  para “o desastre ecológico enfrentado pela Amazônia” não está na “internacionalização” da região, mas acredita que os governos dois nove países que partilham a floresta deveriam ser mais responsáveis.

Ele também defender a presença de organizações não-governamentais (ONGs), que deveriam agir na Amazônia “sem se vender a espúrios interesses locais ou internacionais” é legítima.

E defende ainda a presença de “organismos internacionais e organizações da sociedade civil”.